segunda-feira, 5 de abril de 2010

CAIU A ÁRVORE DO GUERREIRO

Foto publicação da Zero Hora

Ainda não fui lá ver, mas segundo o site da Zero Hora, caiu a árvore central da Escola Afonso Guerreiro Lima (parada 12 da Lomba do Pinheiro, POA), escola que eu estudei por muitos anos.

Me diveti muito naquela árvore, ela fez parte da minha infância e tenho certeza que de muitas outras pessoas também.
Lembro que eu e muitos colegas, mesmo com a proibição dos professores, subíamos na árvore para brincar. Vou sentir saudades!

Acho que eu estava na terceira série e os professores resolveram fazer um show imitando vários artistas, eu assisti o show de cima da árvore. Ô tempo bom!!! Pudera as crianças de hoje terem uma infância como eu tive! Subir em árvore faz parte, hehe. Tô até pensando em plantar uma para que a Rebeca possa subir.........

Tenho certeza que muitos de meus amigos sentirão falta de nossa árvore. Quando passo em frente à escola sempre lembro de quando estudava lá e frequentemente comento com meu esposo minhas aventuras infantis (nostalgia...).

Após ler a notícia, liguei para a Débora e para a Fátima e ela ficaram muito chateadas, afinal a árvore era símbolo da escola que tanto amamos. A Débora disse que depois vai comentar aqui no blog sobre alguma de suas aventuras na escola (medo! hehe). A Fátima já sabia da notícia pois seus filhos estudam no Guerreiro e estiveram lá pela manhã. O Dionathan, filho da Fátima, que foi quem atendeu o telefone quando liguei não sabia nem o que dizer quando perguntei sobre o assunto. O Pedro, meu irmão, também ficou muito triste.

Parece muito meloso tudo que escrevi até agora, mas só que estudou no Guerreiro sabe do que estou falando, só que estudou lá vai entender.

E aí, mais alguém que estudou nessa escola tem algo e a dizer?

quinta-feira, 1 de abril de 2010

DETALHES...

- Fila em porta de banheiro de homem só vi em intervalo de jogo de futebol.

- Quando as esposas comparecem nas reuniões de confraria o assunto que duraria até às 23.30hs termina às 21.30hs.

quarta-feira, 17 de março de 2010

A formiguinha e a Cigarra (nova versão)

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida.

Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas ! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari ?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir para a puta que pariu!!!


Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."


Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!


Recebi por e-mail via Velho Sábio

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Estrelas do Mar: O maior sedutor

O homem que ama sua mulher acende o debate à beira-mar

O homem delira com as possibilidades de um protetor solar. Sonha ser abordado por uma desconhecida na praia. Ela deitada, sozinha e indefesa, com mínimas peças, implorando com voz rouca de tele-sexo:

– Por favor, não alcanço minhas costas, me ajuda?

Mas o mesmo garanhão não é capaz de atender ao pedido recém feito pela própria mulher. Não sustenta nenhuma fantasia com quem já dorme. Faz a contragosto, com desleixo e obrigação. Realmente envergonhado da tarefa diante dos amigos. Esfrega ao invés de passar. Como se o creme branco e cheiroso fosse um rosado e pegajoso caladryl.

– Calma, amor, senão me queimo.

– Queimado está meu filme.

Não serão os movimentos imaginados e circulares de esponja, mas gestos econômicos e rudes de lixa. Deseja se livrar da incômoda tarefa o quanto antes.

Macho acredita que seduz somente fora do casamento. Quando se fixa demoradamente numa jovem, quando pisca o olho a uma estranha, quando dá em cima de uma beldade, quando examina a bunda de uma gostosa. Confia que flertar e soltar indiretas são suficientes para garantir seu domínio territorial. Sua tese é parecer disponível em tempo integral, ainda que comprometido.

O conceito masculino é esquisito, feito de verdades parciais. Há sutilezas inacreditáveis em seu raciocínio. Não enxerga problema em pular a cerca desde que não visite a casa. Alega que não tem segundas intenções, mas troca sorrisos abobados com terceiras.

Suas desculpas mudam de acordo com o contexto.

Grande parte dos varões erra na arte da conquista. A falha é reforçar a caricatura, confundir ficha corrida com reputação, cair na cilada de provérbios populares como “fama de rico e comedor não se desmente”.

Carrego, portanto, a certeza de que o maior sedutor não é o malandro, não é o esperto, mas o monogâmico. O fiel. O que tem olhos apenas para sua a patroa.

Ele não pescará decotes mais profundos na vizinhança. Deslizará protetor em sua mulher, com calma oriental, comovido, o olfato sinceramente interessado. Acompanhará as mãos com o corpo. No fim, se aproximará dos ouvidos para sussurrar uma barbaridade. O arrepio feminino produzirá um maremoto de cangas nas proximidades.

Não precisa de mais nada para chamar atenção, toda a praia estará suspirando por ele. Abrirão uma comunidade no Orkut para homenageá-lo.

Nada mais ostensivo e perigoso do que um homem amando sua esposa.

Ninfetas, trintonas, lobas e septuagenárias vão se derreter por aquele barbado gentil e romântico. Vão concluir que ela é uma felizarda. Vão arrastar as pálpebras e tirar binóculos da bolsa para acompanhar detalhes de perto.

Diferente da piada, a fofoca nunca vem inteira, ocorre em capítulos:

– Meu Deus, ele puxa a cadeira.

– Repara como ele a acompanha nas caminhadas?

– Não desgruda um minuto da mão dela!

– Foi buscar água de coco. Não duvido que sirva café na cama.

A conclusão é que ele alcançou a glória, certo?

Não, ainda é uma decisão precipitada. O público feminino não se apaixona pelo homem, mas pela mulher do sujeito. Pretende estar em seu lugar. Ocupar sua posição. Desfrutar de igual admiração. O início do amor é sempre lésbico, depois é que pode ficar heterossexual.

Não custa avisar. Cuide de sua mulher antes que ela se interesse pela vida de outra esposa.

Fabrício Capinejar | carpinejar@terra.com.br

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CONVERSANDO COM O ESTÔMAGO

Pois é, depois da colonoscopia, me dei conta que näo tinha dado importância para conversa do meu estômago, naquele rodízio

Estômago: - Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi foda. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.

Primeiro prato (800g): Arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de galinha e tomate.

Estômago: - Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas? Pelo menos mastiga direito essa porra.

Segundo prato (550g): Arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.

Estômago: - Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né ? Manda um pouco de água.

Bebida: Coca-Cola 600ml

Estômago: - Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
Eu: - Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
Estômago: - Coca-cola tem o inferno dentro, porra. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
Esposa: - Amor, com quem você tá falando?
Eu: - Nada, não, tô pensando alto.

Sobremesa: 300g de pudim.

Estômago: - Eita porra, cabe mais não. Tá ouvindo?
Intestino: - O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
Estômago: - O cara tá empurrando comida. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
Intestino: - Vamos mandar direto.
Estômago: - O quê?
Intestino: - É isso aí, operação descarga.
Estômago: - Cara, o cérebro não vai gostar.
Intestino: - Foda-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
Estômago: - Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...

Bebida 2: Cafezinho.

Estômago - Filho de uma puta. Vou explodir.
Intestino - Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
Coração - Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.
Intestino - Operação descarga.
Coração - Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
Estômago - Foda-se aquela geléia! Nem músculo tem.
Intestino - É isso aê, foda-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter anal. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.

Esposa - Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
Eu - Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
Esposa - O que você comeu?
Eu - Não sei. Acho que foi o tomate

(Recebi por e-mail. Não quis procurar saber quem é o autor.........)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A REFORMA - ACABOU A SUJEIRA.......

Realmente, acabou a sujeira, mas tem muito trabalho ainda, falta a pintura, e isso nós mesmos vamos fazer, quero dizer, o João vai fazer....... Já está fazendo.

Nosso quarto. Já faz um mês que estamos acampados na sala

O corredor

O quarto da Bruninha (não conseguimos acabar com a umidade, por enquanto vai ter que ficar assim)

Ó o João trabalhando.......

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A REFORMA - QUASE TERMINANDO

O banheiro está praticamente pronto, só falta colocar a porta e o box (vou tentar que seja de vidro transparente)

O corredor já tá quase pronto

Claro que o marco da porta teve que ser consertado, lembra como estava todo errado?